A Sherlock Communications é especializada em atuar como parceira de organizações internacionais para construir sua presença e crescer de forma sustentável no Peru. A partir do nosso escritório em Lima, nossa equipe combina conhecimento local, fortes conexões com a mídia e expertise digital com os padrões estratégicos e criativos esperados por marcas globais Como trabalhamos exclusivamente com clientes internacionais, entendemos os desafios de gerenciar mercados latino-americanos à distância e somos especialistas em traduzir objetivos globais em campanhas que realmente ressoam localmente.
O Peru é um país de rica diversidade cultural e rápida transformação, onde os meios de comunicação e as plataformas digitais evoluem para acompanhar mudanças de público e novas tecnologias. Com mais de 34 milhões de habitantes, uma população jovem e uma mistura de etnias e culturas, o Peru é um mercado dinâmico e complexo. Em 2024, 62,1% dos peruanos tinham entre 15 e 59 anos, evidenciando um perfil demográfico vibrante, aberto à conexão e à inovação. Como uma das economias que mais crescem na América Latina, o Peru oferece às marcas internacionais tanto oportunidades quanto desafios. Seu PIB deve atingir US$ 380 bilhões até 2030, refletindo forte potencial e crescente influência regional. No entanto, altos níveis de informalidade, desigualdades regionais e um cenário midiático fragmentado fazem com que o sucesso raramente seja simples.
Ao se comunicar com um novo público, o ponto de partida é compreender o contexto cultural e demográfico que molda como as pessoas se conectam, consomem e interagem.
Na Sherlock Communications, colocamos o insight local no centro do nosso trabalho, garantindo que cada campanha reflita a diversidade única do Peru, mantendo alinhamento com os objetivos globais da marca.
Segundo o INEI, Lima abriga mais de 10 milhões de pessoas, representando 30,2% da população peruana, enquanto quase 60% vivem na região costeira. Em termos de identidade, pouco mais da metade dos peruanos com 14 anos ou mais se identifica como mestiça, 27% como indígena, 6,6% como afro-peruana, 4,6% como branca e 4,6% como outras origens.
O espanhol e o quéchua são idiomas oficiais do Peru, sendo o aimará amplamente falado e outras línguas amazônicas presentes em regiões específicas.
Para organizações internacionais, esse cenário linguístico e cultural reforça a importância de comunicações personalizadas. A proficiência em inglês ainda é limitada, sendo apenas 4 em cada 100 peruanos falam o idioma fluentemente, tornando essencial adaptar campanhas para o espanhol ou línguas indígenas para alcançar o público mais amplo.
When communicating with a new audience, the starting point is understanding the cultural and demographic context that shapes how people connect, consume and engage. At Sherlock Communications, we place local insight at the heart of our work, ensuring that every campaign reflects Peru’s unique diversity while staying aligned with global brand objectives.
According to INEI, Lima is home to over 10 million people, representing 30.2% of Peru’s population, while nearly 60% live along the coast. When it comes to identity, just over half of Peruvians aged 14 and above describe themselves as mestizo, 27% as indigenous, 6.6% as Afro-Peruvian, 4.6% as white, and another 4.6% from other origins. For international organisations, this linguistic and cultural landscape underscores the importance of tailored communications.
Spanish and Quechua are Peru’s official languages, with Aymara also widely spoken and other Amazonian languages present in specific regions.
For international organisations, this linguistic and cultural landscape underscores the importance of tailored communications. English proficiency remains limited – only 4 in 100 Peruvians speak the language fluently – making it essential for brands to adapt campaigns into Spanish or indigenous languages if they want to resonate and reach the broader population.
Embora o Peru seja um país altamente centralizado, sua população é extremamente diversa. Ignorar grupos minoritários pode significar deixar de alcançar milhões de potenciais clientes, algo frequentemente evidente nas estratégias de comunicação.
Segundo a Sociedade Nacional de Indústrias (SNI), cerca de 60% do PIB do Peru é gerado em Lima, o que explica por que muitas empresas concentram seus esforços na capital. No entanto, os outros 40% vêm das demais 23 regiões, tornando essencial reconhecer que o público está distribuído por todo o país.
Outro ponto de atenção é a desigualdade de renda, que marca o Peru desde seus primeiros anos como nação. Em 2024, o INEI informou que 27,6% da população vivia em situação de pobreza, mais de nove milhões de pessoas, e 5,5% em pobreza extrema, representando mais de um milhão de peruanos.
Embora esses números mostrem uma leve melhora em relação ao ano anterior, especialmente nas áreas urbanas, eles não refletem totalmente a realidade econômica do país. Apesar do PIB per capita ter superado US$ 8.000 pela primeira vez, os efeitos da pandemia de COVID-19 e eventos climáticos recorrentes continuam evidenciando a profunda desigualdade de renda.
Outro desafio é a informalidade. A Statista estima que, em 2023, mais de 70% da força de trabalho estava empregada informalmente. Para enfrentar isso, autoridades vêm promovendo medidas para formalizar pequenas e médias empresas, como isenções de IVA, incentivando o registro e maior participação no mercado formal.
O Peru também fortalece seu ecossistema de startups, com iniciativas como o Start Up Peru, que ajudam empresas de tecnologia a consolidar presença no mercado. Ao abraçar a inovação, o país reduz gradualmente desigualdades e amplia a inclusão na economia digital.
Overlooking minority groups often means leaving millions of potential clients out of the equation, and this becomes clear when we look at how many communication strategies are still designed today.
According to the National Society of Industries (SNI), about 60 percent of Peru’s GDP is generated in Lima. It is no surprise, then, that many companies focus most of their efforts there. But the remaining 40 percent comes from the country’s other 23 regions, which shows how important it is for businesses to recognise that their audiences are far more spread out. At Sherlock Communications, we help clients widen their lens, ensuring their campaigns truly reach and resonate with people across Peru. By combining regional understanding with tailored strategies, we help brands communicate in a way that feels inclusive, relevant and meaningful, wherever their audience may be.
Income inequality has shaped Peru since its early years as a nation. In 2024, INEI reported that 27.6 percent of the population lived in poverty, more than nine million people facing deprivation. An additional 5.5 percent lived in extreme poverty, representing over one million Peruvians.
Although these numbers show a small improvement from the previous year, especially in urban areas, they still fall short of reflecting the country’s broader economic reality. Peru’s GDP per capita passed USD 8,000 for the first time, but the long-term effects of the COVID-19 pandemic, alongside recurring climate events, continue to highlight the depth of income inequality.
Informality remains another major challenge. Statista estimates that by 2023, more than 70 percent of the workforce was informally employed. In response, authorities have been working to help small and medium-sized businesses enter the formal economy through measures like VAT exemptions, encouraging registration and broader participation.
There is also a growing push to strengthen the country’s startup ecosystem. Acceleration programmes such as Start Up Peru are helping technology companies gain ground and innovate, bringing more people into the digital economy.
For international organisations, this mix of progress and persistent inequality means communications strategies must be sensitive, inclusive and adapted to different socio-economic realities.
Outra mudança relevante é a rápida adoção de carteiras digitais. Dados da Peru Payments mostram que as transações virtuais cresceram 884% entre 2019 e 2024, e atualmente 72% dos adultos peruanos utilizam essas plataformas. Isso também impulsionou a inclusão financeira, com 67% da população possuindo conta bancária em 2024.
Há vinte anos, ao pensar no Peru, Machu Picchu era a primeira imagem que vinha à mente. Hoje, o turismo no país vai muito além desse ícone, abrangendo novos destinos, experiências e especialmente sua gastronomia reconhecida mundialmente.
Com três regiões naturais distintas (costa, serra e selva), o setor turístico peruano apresentou crescimento notável na última década.
Até 2025, o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) estima que o turismo gerará mais de US$ 23 bilhões para a economia peruana, representando 7,8% do PIB, um salto significativo frente aos US$ 3,8 bilhões registrados em 2014.
Em 2024, viagens de lazer representaram mais de 86% das viagens, enquanto viagens de negócios corresponderam a 13,8%. Os principais visitantes vieram do Chile (25%), Estados Unidos (18%) e Equador (8%).
Embora Machu Picchu continue sendo a atração mais icônica, a ascensão da gastronomia peruana transformou Lima na capital culinária da região. Ao mesmo tempo, destinos como Arequipa, Trujillo, Loreto e Ica ganham cada vez mais visibilidade internacional.
Para organizações internacionais, essa diversificação cria múltiplas narrativas para conexão, do patrimônio histórico à inovação gastronômica.
Twenty years ago, when people talked about Peru, most minds went straight to Machu Picchu. It was the image that defined the country for travellers around the world. But things have changed. Tourism has expanded, reaching new places, new experiences and a cuisine that is now celebrated across the globe. With three distinct natural regions, the coast, the mountains and the jungle, Peru has watched its tourism industry grow steadily over the last decade.
By 2025, the World Travel and Tourism Council (WTTC) estimates that tourism will bring more than USD 23 billion into the Peruvian economy, around 7.8 percent of the country’s GDP. It is a big leap from the USD 3.8 billion recorded in 2014.
In 2024, most travellers came for leisure, which made up over 86 percent of all trips, while business travel represented 13.8 percent. The main visitors that year were from Chile with 25 percent, the United States with 18 percent and Ecuador with 8 percent.
Machu Picchu is still the country’s most iconic attraction, but Peru today offers much more. Its growing gastronomy scene has turned Lima into the culinary capital of the region. At the same time, destinations such as Arequipa, Trujillo, Loreto and Ica are gaining visibility and attracting more international visitors.
Em 2024, o PIB peruano alcançou aproximadamente US$ 289,22 bilhões, com crescimento de 3,3%, segundo o Banco Mundial.
Serviços representaram mais da metade da produção nacional em 2023, enquanto indústria e agricultura contribuíram com 33,86% e 7,19%, respectivamente.
O Peru é líder mundial na exportação de aspargos e farinha de peixe. Dois terços da produção industrial concentram-se na região metropolitana de Lima, que abriga cerca de 8.000 fábricas e grande parte do setor de serviços.
A maioria das exportações passa pelo Porto de Callao e pelo Porto de Chancay.
In 2024, Peru’s economy reached close to USD 289.22 billion in GDP and grew 3.3 percent, according to the World Bank. This progress comes from a diverse mix of sectors that keep the country moving, from textiles, chemicals and pharmaceuticals to its well-known mineral production, especially gold and zinc. On the global stage, Peru continues to strengthen its ties through trade with partners such as the United States, Brazil, China, the European Union and Chile.
In 2023, services made up more than half of the country’s total output. Industry followed with 33.86 percent, and agriculture contributed 7.19 percent, based on Statista data.
Even though agriculture represents a smaller share, it plays an important role internationally. Peru has become the world’s top exporter of asparagus and fishmeal. Energy, on the other hand, remains a complex issue. The country has significant reserves of natural gas and oil, yet still relies on imports to meet its needs.
Much of Peru’s industrial activity is concentrated in the Lima metropolitan area, where roughly 8,000 factories operate and most service-related businesses are found. The city has one of the largest export hubs in South America and serves as a key point for regional freight.
Lima is also home to major banks, insurance companies and retailers, with most industrial operations based in the surrounding region. The majority of exports leave the country through the Port of Callao and the Port of Chancay.
O consumo de mídia evoluiu significativamente. Segundo o Digital News Report 2025, 81% dos peruanos acessam informações por sites, redes sociais ou plataformas de vídeo; 51% ainda recorrem à televisão e 24% aos jornais. Plataformas de streaming cresceram de 33% para 55% entre 2018 e 2023.
Embora a maioria dos peruanos ainda considere a televisão como sua principal fonte de informação, os hábitos estão mudando. O uso da TV a cabo caiu, enquanto os serviços de streaming não param de crescer. Entre 2018 e 2023, a adoção do streaming saltou de 33% para 55%. Essa mudança caminha lado a lado com a expansão do acesso à internet, que deve chegar a quase todos os lares até 2026.
As redes sociais também ampliaram sua influência. Em 2025, 71% dos peruanos estão ativos nessas plataformas. O Facebook continua sendo importante, mas o TikTok e o YouTube se destacam com quase 20 milhões de usuários cada. O Instagram também segue forte, e o WhatsApp se tornou um canal fundamental para compartilhar atualizações e informações.
O uso de dispositivos móveis acompanha essa mesma tendência digital. No final de 2024, o país contava com 42,7 milhões de linhas móveis ativas. O mercado, antes dominado pelo pré-pago, está mudando, com os planos pós-pagos já representando 43,2% do total de linhas.
Even though most Peruvians still see television as their main source of information, habits are shifting. Cable TV use has dropped, and streaming services continue to rise. Between 2018 and 2023, the adoption of streaming jumped from 33 percent to 55 percent. This change goes hand in hand with growing internet access, which is expected to reach almost all households by 2026.
Social media has expanded its influence as well. In 2025, 71 percent of Peruvians are active on these platforms. Facebook remains important, but TikTok and YouTube stand out with nearly twenty million users each. Instagram also stays strong, and WhatsApp has become a key channel for sharing updates and information.
Mobile usage follows the same digital trend. By the end of 2024, the country had 42.7 million active mobile lines. The market, once led by prepaid services, is shifting, with postpaid plans reaching 43.2 percent of all lines.
For international organisations, this rapidly changing landscape calls for strategies that combine traditional influence with a strong digital approach. At Sherlock Communications, we monitor these shifts closely, using our research expertise and local knowledge to guide clients toward the right channels and messages, ensuring their campaigns feel relevant across both established and emerging platforms.
O e-commerce tem apresentado um crescimento consistente nos últimos anos. A Câmara Peruana de Comércio Eletrônico (CAPECE) afirmou que este setor econômico é fundamental e, durante 2024, movimentou cerca de US$ 15,6 bilhões, crescendo mais de 20% em apenas um ano. Quase 19 milhões de peruanos fizeram compras online, consolidando uma tendência clara.
Nos últimos cinco anos, o comércio eletrônico representou 5,5% do PIB, mais do que o dobro do registrado em 2019, demonstrando um aumento significativo em um curto período. Além disso, o número de compradores digitais quase triplicou, saltando de 6 milhões para 17 milhões. O Peru conta com grandes players internacionais, como o Mercado Livre, um dos mais populares da América Latina. Além dele, redes de varejo como Ripley e Falabella e redes de supermercados também aderiram a esse modelo por meio de marketplaces, onde não apenas vendem produtos próprios, mas também incluem fornecedores externos para ampliar a oferta.
E-commerce has been growing consistently in the last few years. The Peruvian Chamber of Electronic Commerce (CAPECE), said that this economic sector is really important and during 2024 generated around US$15.6 billion, growing more than 20% in one year. Almost 19 million Peruvians made online purchases and it’s a clear trend.
In the last five years, e-commerce accounted for 5.5% of GDP, more than double the data from 2019, demonstrating a significant increase in just five years. Also, the number of digital shoppers almost tripled, from 6 million to 17 million. In Peru are big international players as Mercado Libre, one of the most popular in Latin America, but retail chains such as Ripley and Falabella and supermarkets have also joined this type of offering, in addition to marketplaces where they not only sell their own products, but also have other external suppliers to increase the offering.
Os Millennials são os principais consumidores online, influenciados por seu poder aquisitivo e também pela proximidade com a tecnologia. Esse grupo, com idade entre 25 e 44 anos, concentra aproximadamente de 60% a 66% do total de compras. A faixa etária de 18 a 24 anos, correspondente à Geração Z, também participa, embora em menor escala, com uma fatia estimada entre 12% e 20%. Enquanto isso, a influência de adultos acima de 45 anos ainda é limitada, representando cerca de 10% a 15% do total.
Mais da metade dos produtos (58%) importados pelo e-commerce no Peru vem da China, por meio de plataformas como Temu, Shein e AliExpress, uma tendência que cresceu nos últimos anos. Para 2025, a expectativa é que ocorram mais de 7 milhões de transações. Os principais produtos adquiridos pertencem à indústria da moda (40%), seguidos por tecnologia e dispositivos, como smartphones e carregadores, chegando ao setor de beleza (15%), casa e brinquedos, dois mercados que apresentaram crescimento nos últimos anos.
Millennials are the main online shoppers, influenced by their acquisitive power and also by their proximity to technology. This group between the ages of 25 and 44 has approximately 60% to 66% of the total purchases. The 18–24 age group (Generation Z) also participates, although to a lesser extent, with an estimated range of between 12% and 20%. Meanwhile, the influence of older adults (45+) is still limited, representing around 10–15% overall.
More than half of the products (58%) imported by e-commerce in Peru come from China, through platforms such as Temu, Shein and AliExpress, a trend that has grown in recent years. For 2025 it is expected to have more than 7 million transactions. The main products purchased come from the fashion industry (40%), passed to tech and gadgets -smartphones, chargers and others- to get to beauty (15%), home and toys, two markets that are growing in the last years.
For international organisations, success depends not only on having the right products, but also on building brand trust, optimising visibility through SEO and digital marketing, and speaking to consumers in ways that resonate culturally.
O rádio continua sendo o meio de comunicação mais consumido no Peru, alcançando pessoas até nas regiões mais remotas do país. Para muitos peruanos, especialmente em áreas rurais, ele ainda é a principal forma de se manter informado e conectado ao que acontece ao redor. Com uma audiência que atinge 92% da população, o rádio supera levemente a televisão aberta, que registra 90%. Mais de 20,7 milhões de pessoas sintonizam suas estações todas as semanas, com uma média de 24 horas de audição por pessoa. A Radio Programas del Perú é a principal emissora de notícias do país, mantendo uma presença sólida graças à sua rede de transmissores e correspondentes em diversas cidades peruanas
O mercado publicitário na mídia triplicou na última década, atingindo US$ 1,21 bilhão em 2025 e demonstrando um crescimento consistente mesmo em períodos desafiadores, como a pandemia de 2020.
A mudança mais significativa foi a migração da publicidade para as plataformas digitais, que agora representam US$ 477 milhões. Sites e programas online assumiram o protagonismo, consolidando-se como tendências centrais. Os canais de televisão continuam sendo um meio de referência forte, com US$ 438 milhões, enquanto a mídia impressa mantém seu declínio constante, gerando US$ 96 milhões.
Em 2023, o Peru liderou o crescimento da publicidade digital na região, com uma alta de 20%. Esses números também são sustentados pela ascensão das redes sociais e dos anúncios online. O investimento digital cresceu 12,6% em 2024, quase o dobro do crescimento dos meios tradicionais, que ficaram em 6,8%.
Para organizações internacionais, essa transição destaca a necessidade de estratégias integradas que equilibrem abordagens focadas no digital com a influência duradoura da TV e de outros meios de comunicação tradicionais.
The advertising market in the media has tripled over the past decade, reaching $1.21 billion by 2025, demonstrating consistent growth even through challenging periods like the 2020 pandemic.
The most significant shift has been the migration of advertising to digital platforms, which now accounts for $477 million. Websites and online programmes have taken centre stage, emerging as key trends. Television channels remain a strong reference medium, with $438 million, while print media continues its steady decline, generating $96 million.
In 2023, Peru led the region in digital advertising growth, with an increase of 20%. These figures are also supported by the rise of social media and online advertising. Digital spending grew by 12.6% in 2024, almost double the growth of traditional media, which stood at 6.8%.
For international organisations, this shift highlights the need for integrated strategies that balance digital-first approaches with the enduring influence of TV and other legacy media.
Um dos maiores desafios no Peru é a concentração de mídia, que ocorre não apenas em grandes grupos empresariais, mas também em torno de Lima, onde grande parte do poder de comunicação do país ainda está centralizada.
Cerca de 84% dos meios de comunicação nacionais pertencem a apenas três grupos: El Comercio (GEC), ATV e Latina. Na mídia impressa, a maior parte da concorrência ocorre entre o Grupo El Comercio e o Grupo La República. Na televisão, a América (do GEC) divide o protagonismo com a Latina e a ATV, enquanto o rádio é amplamente liderado pelo Grupo RPP, pela Corporación Radial del Perú e pela Corporación Universal.
À medida que o consumo digital cresce, o número de leitores de jornais impressos continua caindo. Muitos veículos responderam a isso fortalecendo sua presença online, lançando edições digitais e migrando a maior parte de seu conteúdo para a web.
One of the ongoing challenges in Peru is media concentration, which happens not only within major business groups but also around Lima, where much of the country’s communication power is still centred.
About 84 percent of national media belongs to just three groups: El Comercio (GEC), ATV and Latina. In print, most competition occurs between Grupo El Comercio and Grupo La República. On television, América (from GEC) shares the spotlight with Latina and ATV, while radio is largely led by Grupo RPP, Corporación Radial del Perú and Corporación Universal.
As digital consumption grows, print readership continues to fall. Many outlets have responded by strengthening their online presence, launching digital editions and shifting more of their content to the web
Construir um relacionamento com o público peruno vai além da tradução do idioma. É preciso entender a fundo as nuances culturais, a diversidade do público e as transformações constantes do ecossistema de comunicação.