[vc_row][vc_column][vc_column_text]A série relações públicas já se aprofundou no trabalho de RP e como ele é chave essencial para posicionar como uma marca é vista e por quem e o storytelling está no centro do trabalho dos consultores e estrategistas de relações públicas. Por isso é primordial entender como – e até mesmo se – sua estratégia de comunicação está envolvendo iniciativas de diversidade e inclusão em seu storytelling.[/vc_column_text][vc_custom_heading text=”Por que pensar diversidade e inclusão no trabalho de RP?” font_container=”tag:h2|font_size:30px|text_align:left|color:%23145b5f” use_theme_fonts=”yes” css=”.vc_custom_1610023243105{margin-top: -15px !important;}”][vc_column_text css=”.vc_custom_1610023286086{margin-top: -10px !important;}”]Diversidade e inclusão é uma questão de direitos humanos e um imperativo de negócios. Nos últimos anos, e principalmente em 2020, grandes movimentos deram voz a grupos historicamente ignorados que exigem que suas vozes sejam não só ouvidas, mas representadas. Movimentos que reforçam que diversidade e inclusão não são iniciativas ou medidas momentâneas, mas parte de tudo que fazemos.
Neste ano, a Sherlock Communications buscou ativamente por consultorias e apoio externo de ONGs e Coletivos, aumentar suas ações afirmativas e de inclusão e ouvir dos profissionais e pessoas de cada área como tornar nossas conversas e trabalho verdadeiramente inclusivas.[/vc_column_text][vc_custom_heading text=”Em todos os países em que atuamos na América Latina, conversamos com:” font_container=”tag:h2|font_size:30px|text_align:left|color:%23145b5f|line_height:42px” use_theme_fonts=”yes” css=”.vc_custom_1610023297777{margin-top: -15px !important;}”][vc_column_text css=”.vc_custom_1610023353140{margin-top: -10px !important;}”]1) Empregue Afro, ADIL & Afroféminas
Com o movimento do Black Lives Matter, no Brasil, o Empregue Afro debateu questões raciais no país e as melhores formas de conscientizar os colaboradores da importância de ser aliado na luta contra a discriminação racial. Para a América Latina, as organizações ADIL & Afroféminas discutiram o mesmo tema, mas com o olhar dos demais países do continente.
2) Coletiva Luana Barbosa e Lucía Riojas Martínez, Casa Frida
No Dia da Visibilidade Lésbica para o Brasil e América Latina, a Coletiva Luana Barbosa (Brasil) e Lucía Riojas Martínez (Latam) falaram sobre a data e a importância de realmente ver mulheres lésbicas no mundo.
3) Ponte Acessibilidade e ASOMAS
Empresas com atuação no Brasil e México, respectivamente, que oferecem interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e habilitação e/ou reabilitação de pessoas com deficiências múltiplas, incluindo surdocegueira.[/vc_column_text][vc_custom_heading text=”O que estamos aprendendo” font_container=”tag:h2|font_size:30px|text_align:left|color:%23145b5f” use_theme_fonts=”yes” css=”.vc_custom_1610023368049{margin-top: -15px !important;}”][vc_column_text css=”.vc_custom_1610023398944{margin-top: -10px !important;}”]Não se trata do mês da História Negra, Dia Internacional da Mulher, mês do Orgulho LGBTQIA+. É preciso infundir diversidade e inclusão em todas as campanhas, histórias e experiências que empresas apresentam. Trata-se de adotar um modo de trabalho através do qual diversidade e inclusão sejam consideradas como parte de cada arco de história.
Por exemplo, a população negra brasileira movimenta, em média, 1,7 trilhão de reais por ano, mas é representada em menos de 10% das publicidades no país.¹ A comunidade LGBTQ +, que continua a lutar para aumentar seus direitos, movimentou aproximadamente US $ 253.000 milhões na economia da América Latina em 2018. ²
Diversidade e inclusão no storytelling vai além da relação com a mídia, e também pode ter impacto nas finanças de uma empresa. Embora os ganhos de receita e os dados sejam valiosos para provar o valor da diversidade e inclusão internamente, o público não se conecta com as estatísticas e a lógica, mas com histórias que refletem seu histórico, cultura e experiências vividas.
É importante entender que diversidade tem diferentes definições em todo o mundo e pode abranger etnia, religião ou considerações socioeconômicas dependendo do país dentro de cada região. Por exemplo, na América Latina, os indígenas são 8,3% da população, cerca de 45 mil indivíduos.³
Na comunicação de uma marca e seu engajamento, entender a diversidade do país com o qual irá conversar é um passo certo na direção de garantir um bom início da conversa da marca com o público local e ganhar sua confiança.
Compreender o poder na formação de histórias e incluir as diferentes experiências nessa comunicação. Isso influencia na relação dos consumidores com a marca, eles gostam mais da marca, a marca fica em evidência, e, como sabemos, brand reputation is now the #1 concern for all shareholders
Finalmente, para dar o primeiro passo, o que as organizações e empresas devem procurar ao investir na construção de uma prática de diversidade e inclusão é a contratação ou consultoria com um profissional da área.
- Instituto Locomotiva, 2019
- LGBT Capital, 2018
- ONU, 2014
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