A Sherlock Communications faz parceria com organizações globais para ajudá-las a se estabelecer, crescer e construir confiança na Bolívia. A partir da nossa base regional, combinamos um profundo entendimento cultural, fortes conexões com a mídia e expertise digital avançada para ajudar marcas a navegar esse mercado complexo com confiança. Nosso papel é traduzir ambições internacionais em estratégias que ressoem localmente, criando campanhas que geram clareza, credibilidade e resultados mensuráveis junto aos diversos públicos da Bolívia.
A Bolívia é um país multicultural, com grande riqueza geográfica e socioeconômica, mas que enfrenta desafios significativos em termos de produção e coesão social.
A economia continua marcada por uma forte participação do setor público e por uma estrutura produtiva amplamente dependente da exploração de matérias-primas. Atualmente, atravessa uma fase decisiva, como refletem os dados oficiais. O Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, por exemplo, cresceu apenas 0,73%. Essa fragilidade tem impacto direto na demanda por publicidade e nos hábitos de consumo de mídia, criando um ambiente de maior cautela e incerteza.
O cenário foi muito diferente entre 2005 e 2014, quando a economia expandiu de US$ 9,674 bilhões para US$ 33,237 bilhões, impulsionada pelos altos preços do gás natural e dos minerais, além da forte expansão do gasto público. Desde 2015, no entanto, o crescimento se moderou devido à menor demanda externa e a problemas estruturais no setor de hidrocarbonetos. Soma-se a isso a pandemia de 2020, que representou um forte impacto para o país, seguida por uma recuperação parcial em 2021 e 2022. Desde 2013, a desaceleração é evidente, devido à queda na produção de gás, déficits fiscais persistentes, menor disponibilidade de moeda estrangeira e inflação.
Ainda assim, a Bolívia mantém uma das estruturas demográficas mais dinâmicas da região. Mais de 56% da população está entre 18 e 59 anos, representando uma base sólida de consumidores ativos em setores como tecnologia, educação, entretenimento, moda, gastronomia, mobilidade, habitação, finanças, seguros, saúde, turismo, entre outros.
Esse grupo demográfico representa uma oportunidade estratégica, especialmente considerando o processo eleitoral de 2025, que deve trazer um novo governo e uma possível mudança do modelo econômico atual para um mais aberto ao comércio exterior e ao investimento estrangeiro.
Organizações internacionais projetam um desempenho mais limitado e desafiador para os próximos anos, com crescimento de pelo menos 1,5%, condicionado à implementação de reformas estruturais, à diversificação produtiva e a uma maior eficiência na execução do orçamento público.
O Censo de 2024 trouxe um retrato mais preciso do país atualmente, contabilizando 11,3 milhões de habitantes, dos quais 70% vivem em áreas urbanas, proporção que deve chegar a 80% até 2050, segundo projeções do World Bank. Três departamentos concentram 72% da população: Santa Cruz (3,12 milhões de habitantes), La Paz (3,03 milhões) e Cochabamba (2,01 milhões).
Do total da população, 20,3% são adultos entre 40 e 59 anos, 19,5% são jovens entre 18 e 28 anos e 17% são jovens adultos entre 29 e 39 anos, confirmando que a maior parte da população está em idade ativa, com poder de consumo e capacidade de decisão.
38,7% da população (4,3 milhões) se autoidentificam como pertencentes a um dos 61 povos ou nações indígenas, originários ou camponeses do país. Dentre esse grupo, a maioria é Quechua (1,64 milhão) e Aymara (1,59 milhão).
O idioma predominante é o espanhol (8,14 milhões), seguido pelo quechua (1,39 milhão) e pelo aymara (0,77 milhão). 62,4% da população é monolíngue, 34,8% bilíngue e 2,8% trilíngue. Ao todo, 37,1% falam pelo menos uma língua indígena.
According to Mexico’s Ministry of Economy, FDI reached a recordUS$34.27 billion in the first half of 2025, up 10.2% year-on-year, with new investments growing 3.4 times compared to 2024. The UNCTAD 2024 ranking placed Mexico 11th globally for foreign investment inflows, underscoring its strategic role as an entry point for businesses into Latin America.
The USMCA agreement has also delivered significant results: trade among Mexico, the US and Canada has increased sixfold, generating millions of jobs across the three countries. For international organisations, this integration, alongside Mexico’s strong manufacturing and logistics sectors, makes the country not just attractive, but often essential to a regional strategy. But success here requires more than optimism. Regulatory complexity, inequality and regional differences mean that brands need genuinely local insight and on the ground support to navigate the market effectively.
15,8% da população urbana vive em situação de pobreza, enquanto esse percentual sobe para 61,8% nas áreas rurais. No total, 3,25 milhões de pessoas estão nessa condição. As principais necessidades identificadas pelo Instituto Nacional de Estadística (INE) são habitação (64,2%), educação (31%) e serviços de água e saneamento (28,8%).
Um dos principais desafios da economia boliviana é o emprego informal, que, segundo a International Labour Organization (OIT), supera 80%. Soma-se a isso a necessidade de fortalecer o tecido empresarial, ainda dominado por unidades de pequeno porte.
Em junho de 2025, 70,6% das 121.952 empresas registradas na base empresarial do país eram empresas individuais, 27,3% sociedades de responsabilidade limitada, 1,6% sociedades anônimas e 0,5% outros formatos jurídicos. Dados do SEPREC mostram que a maioria desses negócios está concentrada nos setores de serviços, comércio, construção e indústria manufatureira.
Mexico’s consumers are increasingly shaped by a mix of technology, value-consciousness and local pride.
A 2025 Ernst & Young study shows that 75% of Mexicans expect brands to invest in innovation, while nearly half (47%) already see AI as more effective than human support. For international companies, this underlines the need for campaigns that combine creativity with technological relevance.
Digital adoption is central to this picture. According to Statista, 88% of Mexican adults own a smartphone, and 73% of online purchases are made via mobile devices. More than half (52%) of the population made at least one online purchase in the past year.
With 71% of consumers reporting they have bought a product influenced by social media ads (particularly on Facebook, Instagram and TikTok) mobile-first, social-first strategies are essential to success.
At the same time, consumer confidence is strong, with INEGI reporting a 46.7-point increase in 2025 in its Consumer Confidence Index. For international organisations, this presents a unique opportunity: with trust levels rising, brands that can demonstrate cultural relevance and deliver genuine value will be best positioned to grow.
A Bolívia tem avançado de forma significativa na inclusão financeira. Em junho de 2025, a Autoridad de Supervisión del Sistema Financiero (ASFI) indicou que 97,1% dos 329 municípios do país contam com cobertura de serviços financeiros. Esse resultado não ocorreu por acaso. A solidez do sistema financeiro, combinada com sua integração com fintechs e inovação constante, permitiu ao setor demonstrar liderança até mesmo em nível regional, como no caso do microcrédito. Essa força possibilitou não apenas manter sua posição, apesar do contexto adverso dos últimos anos, mas também incorporar com sucesso novas ferramentas e tecnologias voltadas ao usuário, como pagamentos via QR code e gestão digital de ativos.
A penetração da tecnologia desempenhou um papel fundamental nesse processo. No primeiro trimestre de 2025, a Autoridad de Regulación y Fiscalización de Telecomunicaciones y Transportes (ATT) registrou 12,03 milhões de linhas móveis ativas, das quais 75,7% estão concentradas em La Paz (29,5%), Santa Cruz (28,5%) e Cochabamba (17,7%). Em 2013, menos de um milhão de linhas ofereciam 3G ou 4G, mas esse número ultrapassou 11 milhões em junho de 2024. Segundo o Censo de 2024, 87,7% dos lares urbanos têm acesso à internet (fixa ou móvel), em comparação com 53,9% nas áreas rurais. A implementação do 5G ainda está pendente, embora já haja avanços iniciais.
Além disso, desde junho de 2024, a proibição de criptomoedas na Bolívia foi suspensa e, desde então, o mercado vem crescendo rapidamente. As transações com criptoativos no país aumentaram mais de 530% em meio aos desafios cambiais, atraindo grandes players do setor. O Banco Central de Bolivia destacou que as transações por meio de canais e instrumentos eletrônicos de pagamento para ativos virtuais passaram de US$ 46,5 milhões no primeiro semestre de 2024 para US$ 294 milhões no mesmo período de 2025.
A mídia tradicional (rádio e televisão) mantém um alcance significativo nas áreas rurais e entre os segmentos mais velhos da população, enquanto a imprensa nacional e regional continua relevante para a formação da agenda pública.
No ambiente digital, as redes dominantes são Facebook e Instagram, com uma ampla base de usuários, enquanto o TikTok apresenta forte crescimento entre os jovens. O WhatsApp, por sua vez, é o principal canal de disseminação e coordenação.
Existem aproximadamente 7,55 milhões de usuários de redes sociais, o que representa 60,5% da população total. O Facebook conta com 7,55 milhões de usuários, o TikTok com 7,39 milhões, o YouTube com 5,57 milhões, o Instagram com 2,2 milhões, o LinkedIn com 1,5 milhão e o X (Twitter) com 567 mil..
Com sua diversidade demográfica e socioeconômica, a Bolívia apresenta um cenário complexo em termos de preferências e comportamentos de consumo. Um estudo da Captura Consulting, realizado em março de 2023, revela contrastes no consumo de mídia entre as dinâmicas das cidades do eixo central.
Em Santa Cruz, a televisão e a internet lideram, com taxas de penetração de 78% e 91%, respectivamente. Do amanhecer ao anoitecer, a população está conectada ao mundo digital e prefere redes sociais como Facebook, YouTube e TikTok. O rádio continua relevante nas primeiras horas do dia, enquanto os jornais enfrentam dificuldades para manter sua relevância em um cenário cada vez mais digitalizado.
Em La Paz, o rádio é o principal meio de informação do amanhecer até o meio-dia, com alcance de 65%. A televisão (92%) e a internet (95%) seguem fortes, mas o rádio mantém uma presença marcante no cenário midiático local.
Em Cochabamba, televisão e rádio dividem o protagonismo, com penetração de 77% e 46%, respectivamente. Dos programas de TV no horário nobre aos programas de rádio matinais, a população se conecta por meio da mídia tradicional. Ainda assim, a internet e as redes sociais seguem em expansão, com taxa de penetração de 94% e forte presença de plataformas como Facebook, YouTube e TikTok. A mídia impressa enfrenta desafios para se manter relevante, enquanto a atenção do público migra cada vez mais para o digital.
According to INEGI, 96.5% of Mexicans live in family households, with an average of four people per home. In many traditional families, women still play the leading role in purchasing decisions, while younger households tend to share responsibilities more equally. Across both, family gatherings and social events remain important consumption moments.
Nos últimos anos, os avanços tecnológicos, as redes sociais, a pressão política e a pandemia acabaram levando ao colapso de uma estrutura de mídia privada baseada em veículos tradicionais.
A imprensa escrita, que historicamente definia a agenda de notícias do país, foi enfraquecida pela queda nas receitas publicitárias e nas vendas, o que resultou no fechamento ou na reestruturação de importantes veículos, além da saída de jornalistas experientes que, em muitos casos, passaram a criar seus próprios meios digitais ou programas, encontrando espaço em emissoras de rádio ou canais de televisão.
Atualmente, o país conta com 537 veículos de comunicação, dos quais 53% são tradicionais (televisão, rádio e imprensa) e 37% digitais. Um ponto importante é que a maioria dos meios tradicionais também possui sites, por meio dos quais distribuem conteúdo jornalístico e comercial. Isso, somado à forte presença de veículos digitais, reflete a migração massiva do consumo de mídia para plataformas online.
Segundo um estudo da consultoria Kreab, a maior parte dos veículos está concentrada em Santa Cruz (105 tradicionais e 70 digitais), La Paz (70 tradicionais e 52 digitais) e Cochabamba (45 tradicionais e 13 digitais).
Gastronomy is important in both cultural and economic terms. In 2010, UNESCO recognised Mexican cuisine as Intangible Cultural Heritage of Humanity, a designation that continues to shape national pride and identity.
Gastronomy also drives economic activity: Mexico’s Ministry of Tourism estimates that food generates 245.46 billion pesos annually, representing 30% of tourism consumption.
Na Bolívia, campanhas de comunicação têm sucesso quando credibilidade e relevância cultural caminham juntas. Mensagens baseadas em dados verificados, porta-vozes autênticos e contexto local são as que realmente geram conexão. Para alcançar o público boliviano de forma eficaz, não basta traduzir mensagens globais, é necessário adaptá-las ao idioma, à realidade socioeconômica e à identidade única de cada região.
É aí que a expertise local faz a diferença. Trabalhar com um parceiro confiável como a Sherlock Communications oferece às organizações internacionais acesso a uma equipe que entende tanto o cenário cultural quanto o regulatório, além das relações que o moldam.
Diferenças geográficas, traços culturais e o nível de desenvolvimento específico de cada região da Bolívia criaram características únicas em termos de negócios e relacionamentos.
Para marcas internacionais, essa combinação de profundidade cultural e mudanças estruturais representa tanto oportunidade quanto complexidade. Mensagens que funcionam no ambiente mais aberto e orientado a negócios de Santa Cruz podem não ter o mesmo impacto em La Paz, onde política e tradição têm maior peso, ou em comunidades rurais, onde o rádio ainda é o meio mais confiável. Campanhas bem-sucedidas na Bolívia exigem não apenas tradução, mas uma verdadeira interpretação cultural, entendendo como os públicos percebem inovação, credibilidade e propósito social dentro de suas próprias realidades.
Da mesma forma, o avanço da maturidade digital do país exige que as campanhas integrem canais online e offline, combinando criatividade de alto impacto com engajamento comunitário. Uma boa narrativa ou parceria pode se espalhar rapidamente, mas o tom e a relevância são determinantes. Na Sherlock Communications, ajudamos nossos clientes a navegar esse cenário ao combinar conhecimento local com consistência regional, garantindo que as mensagens ressoem no nível local sem perder alinhamento com a identidade global da marca.
Festivities are a major trigger for spending. National holidays and celebrations such as Independence Day, Day of the Dead and Christmas posadas regularly spark peaks in household consumption.
Some studies suggest food and beverage spending can rise by as much as 40–50% during Independence Day celebrations, while research into middle-income urban households indicates that annual spending on celebrations can represent a significant share of household budgets.
For international brands, these numbers reinforce a key message: campaigns that embrace cultural identity, traditions and everyday family life are far more likely to resonate with Mexican consumers than those that simply replicate global playbooks.
When it comes to social platforms, Facebook dominates, with one in three respondents naming it the most trustworthy news source. Twitter (28%) and YouTube (20%) also scored highly, while WhatsApp (8%), LinkedIn (5%) and Instagram (just 4%) ranked lower.
For international organisations, the implication is clear: media strategies must reflect Mexico’s unique trust patterns. While Instagram can drive success in markets such as Brazil, in Mexico Facebook, Twitter and YouTube may offer stronger opportunities for PR and digital campaigns.
Like much of Latin America, Mexico’s media still has blind spots in representing diversity, from the LGBTQIAP+ community to women, people with disabilities and indigenous peoples.
For brands entering the market, this lack of representation creates both a challenge and an opportunity: campaigns that engage authentically with diverse communities stand out and resonate more deeply.