REPORTE DE BLOCKCHAIN EN AMÉRICA LATINA
Actualizaciones regulatorias y del ecosistema en 2025
Blockchain en América Latina 2025: Realidades Prácticas
A pesar del rápido avance de los marcos regulatorios en algunos países de América Latina, se evidencian diferentes tasas de implementación a lo largo de la región, lo que refleja la diversidad de realidades sociales, económicas y políticas de la misma.
Chile, por ejemplo, introdujo un marco que estructura y regula el uso de activos digitales basándose en su Ley Fintech de 2024. De acuerdo al Reporte de Blockchain de Sherlock, uno de cada cinco chilenos (18%) utilizó o poseyó criptomonedas en 2024, mientras que el número de startups fintech y cripto aumentó un 16%.
Por su parte, Colombia es una estrella emergente en el panorama de criptomonedas. Se estima que cinco millones de colombianos (el 10% de la población) ya utilizan monedas digitales, lo que representa un aumento del 17% en 2024.
Este país también ha experimentado una mayor integración entre el sector cripto y el de las finanzas tradicionales, tal como se observa con el lanzamiento de Wenia, una plataforma de intercambio de Bancolombia, el banco más grande del país, que permite el uso de criptomonedas como Bitcoin, Ether y USDC.
Mientras tanto, en Costa Rica, el inicio de las tecnologías blockchain se enfoca en la innovación financiera, apoyando el turismo y las remesas. Sin embargo, mientras que el gobierno apoya generalmente la adopción de criptomonedas, el proceso regulatorio aún no ha mostrado avances claros.
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¿De qué manera Latinoamérica está marcando el rumbo del futuro de blockchain?
Apesar do avanço rápido do cenário regulatório em alguns países da América Latina, as diferentes realidades sociais, econômicas e políticas de cada região impactam nas motivações, velocidade e estratégias da implementação da blockchain, transformando o ecossistema de blockchain em um mosaico dinâmico.
O Chile, por exemplo, aprimorou a Lei Fintech 2024 a partir de um framework que estrutura e regulamenta o uso de ativos digitais – afinal, em 2024, 18% da população já teria usado ou possuía criptomoedas e o número e startups de fintech e cripto cresceu 16%.
A Colômbia é uma estrela em ascensão no cenário das criptomoedas, com cerca de cinco milhões de colombianos — o equivalente a 10% da população — já utilizando moedas digitais, um crescimento de 17% só em 2024.
Além disso, o país tem avançado na integração entre o setor cripto e o sistema financeiro tradicional. Um exemplo disso é o lançamento da Wenia, plataforma da Bancolombia, o maior banco do país, que permite transações com criptomoedas como Bitcoin, Ether e USDC.
Já a Costa Rica é movida por motivos diferentes ao que é comum à maioria inserida nesse contexto, com foco em inovação financeira, remessas, turismo e iniciativas da comunidade tecnológica. E ainda que seu governo seja amigável à adoção de criptomoedas, seu processo regulatório não tem uma evolução clara.
Inversão entre Brasil e Argentina
Ainda que o Brasil seja o maior mercado de criptomoedas na América Latina, a Argentina é considerada como o país que melhor consolida a regulamentação e a adoção das moedas digitais. Inclusive, o relatório destaca que a Argentina é o país líder na América Latina em recebimento de criptomoedas, recebendo USD 91 bilhões entre julho de 2023 e junho de 2024.
«Vemos oportunidades enormes con la Web3 en los próximos años en América Latina, ya que representa un hilo de esperanza en tiempos de hiperinflación, corrupción y falta de confianza en los gobiernos e instituciones. La tecnología también promueve la inclusión social y nuevas chances de cambiar nuestra realidad». — Luiz Eduardo Abreu Hadad, Lead Researcher.